quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Comércio de imóvel usado avança 53% em São Paulo

As vendas de imóveis residenciais usados na cidade de São Paulo cresceram 53,6% entre janeiro e julho deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. A informação é da Lello, empresa especializada em administração imobiliária.

De acordo com a imobiliária, depois de um início de ano tímido, embora melhor do que o de 2011, os meses de maio, junho e julho registraram expressivo aumento do fechamento de novos negócios. "O desempenho do mercado secundário de imóveis, aqueles prontos para morar, está surpreendendo mesmo as expectativas mais otimistas. Houve quem apostasse em retração, mas os dados apontam em direção contrária. O imóvel é, hoje e mais do que nunca, uma grande alternativa de investimento", diz Roseli Hernandes, diretora-comercial da Lello.

Segundo a executiva, o valor médio das casas e apartamentos comercializados nos principais bairros do centro expandido da capital paulista nos sete primeiros meses deste ano foi de R$ 450 mil, contra R$ 400 mil no período de janeiro a julho de 2011 e R$ 350 mil nos sete meses iniciais de 2010.

Do total de imóveis comercializados entre janeiro e julho deste ano, 45% o foram por intermédio de financiamentos concedidos por banco, mesmo índice registrado em 2011. Há sete anos, no entanto, os financiamentos de imóveis usados, do chamado "mercado secundário", representavam apenas 15% do total vendido na cidade.

Os números apurados pela empresa mostraram também que as unidades mais procuradas pelos compradores foram apartamentos de dois e três dormitórios e vaga na garagem em condomínios com áreas de lazer, segurança e próximos de estações de metrô.

Publicado por Panorama Brasil

IGPM – AGOSTO 2012

IGPM – AGOSTO 2012
Índice divulgado no último dia de cada mês.
Utilizado no reajuste anual dos aluguéis.

JANEIRO – 0,25%
- acumulado do ano: 0,2500%
- acumulado dos últimos 12 meses: 4,5347% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
FEVEREIRO – -0,06%
- acumulado do ano: 0,1898%
- acumulado dos últimos 12 meses: 3,4376% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
MARÇO – 0,43%
- acumulado do ano: 0,6207%
- acumulado dos últimos 12 meses: 3,2422% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
ABRIL – 0,85%
- acumulado do ano: 1,4759%
- acumulado dos últimos 12 meses: 3,6534% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
MAIO – 1,02%
- acumulado do ano: 2,5110%
- acumulado dos últimos 12 meses: 4,2623% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
JUNHO – 0,66%
- acumulado do ano: 3,1876%
- acumulado dos últimos 12 meses: 5,1397% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
JULHO – 1,34%
- acumulado do ano: 4,5703%
- acumulado dos últimos 12 meses: 6,6766% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
AGOSTO – 1,43%
- acumulado do ano: 6,0656%
- acumulado dos últimos 12 meses: 7,7280% (índice de reajuste do aluguel neste mês)

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Empreendimento no Brooklin será o maior de São Paulo

Megaempreendimento imobiliário, com torres residenciais e comerciais, poderá levar até 65 mil pessoas para região do Brooklin onde trânsito já é pesado

O maior empreendimento imobiliário de São Paulo - em área construída - será erguido na zona sul. Com 595 mil m², o complexo Parque da Cidade terá cinco torres corporativas, um prédio comercial e dois residenciais, shopping e hotel, além de espaço de lazer com restaurantes, bares, ciclovia e pista de cooper. A previsão é que, quando pronto, leve 65 mil pessoas, o equivalente à população do bairro de Pinheiros, à região de trânsito já pesado.
O megaempreendimento vai ocupar um terreno de 80 mil m² entre a Marginal do Pinheiros e o futuro prolongamento da Avenida Chucri Zaidan, no Brooklin, em uma das regiões mais disputadas pelo mercado imobiliário na cidade. Com lançamento previsto para setembro, o Parque da Cidade deve demorar de 8 a 10 anos para ficar totalmente pronto. Até lá, segundo a Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR), responsável pelo projeto, o valor geral de vendas pode superar R$ 4 bilhões.
Tendência mundial, a promoção de uso múltiplo em um mesmo terreno, aliada ao conceito de cidade compacta, é a base do projeto. "Trata-se de um condomínio aberto à população, sem muros, à disposição da vizinhança. Na nossa visão, ele não se resume a um empreendimento imobiliário, mas de urbanismo", diz o diretor de Incorporação da OR, Saulo Nunes.
O objetivo de ofertar trabalho, lazer e moradia em um mesmo endereço já existe na cidade, mas não nessas proporções, de acordo com a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). O diretor Luiz Paulo Pompéia diz que a fórmula funciona, desde que o entorno disponha de infraestrutura. "Isso quer dizer acesso a transporte público, a vias expressas e comércios", afirma. Atualmente, nenhuma linha do metrô serve a região. Apenas a Linha 9-Esmeralda da CPTM, já saturada, atende a população do bairro.

Comércio e luxo


As obras começam no primeiro trimestre de 2013. A expectativa é que o shopping e o hotel - já negociado com uma rede de luxo internacional - sejam os primeiros a ficar prontos, em 2015. O edifício comercial, com 600 salas em 36 andares, e duas das cinco torres corporativas também devem ser finalizados no mesmo ano. Já as 599 unidades residenciais, com opções de planta que variam de 80 a 220 m², só serão lançadas em 2016.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Publicado por Exame.com