As vendas de imóveis
residenciais novos na cidade de São Paulo somaram 1.846 unidades em
junho, queda de 32 por cento em relação ao mesmo período do ano passado,
informou nesta quarta-feira o sindicato da habitação na capital paulista, Secovi-SP.
Na
comparação com maio, a comercialização de novos imóveis também cedeu,
em 32,3 por cento, segundo a entidade, que citou uma "fase de ajuste" do
mercado.
Já no acumulado dos seis primeiros meses do ano, as
vendas cresceram 2,6 por cento, para o total de 11.981 unidades, ficando
abaixo da estimativa do Secovi, de alta de 10 por cento no fechado de
2012, o que equivale a 31 mil unidades vendidas.
Em termos de
Valor Geral de Vendas (VGV), foram contabilizados 6 bilhões de reais no
primeiro semestre, ligeiramente abaixo dos 6,1 bilhões apurados um ano
antes.
Os lançamentos, enquanto isso, atingiram 1.366 unidades na
cidade de São Paulo em junho, quedas de 57,1 e 39 por cento sobre igual
mês em 2011 e ante maio, respectivamente.
De janeiro a junho,
foram lançados 8.862 imóveis na capital paulista, volume 37,2 por cento
menor ano a ano, segundo a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio
(Embraesp).
O Secovi manteve a previsão de que os lançamentos em
2012 sejam 21 por cento inferiores ao resultado do ano passado, sendo
que 70 por cento das 30 mil unidades previstas devem ser lançadas até
dezembro.
"Mudanças governamentais como as que alteraram as regras
de remuneração da poupança, possibilitando a redução da taxa Selic para
o menor nível histórico, podem tornar o mercado imobiliário
ainda mais interessante a investidores, comparativamente a outros
ativos financeiros", afirmou o presidente do Secovi-SP, Claudio
Bernardes, acrescentando que redução de lançamentos reflete o ajuste do
mercado à atual demanda.
Por Vivian Pereira
Publicado por Reuters
Imobiliária com forte atuação na venda e locação de imóveis comerciais em regiões nobres de São Paulo.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Built to Suit: veja as vantagens do serviço de construção sob encomenda
O novo serviço de construção de imóveis
encomendados para locação, chamado Built to Suit, vem se tornando um
negócio vantajoso para empresas que procuram um imóvel construído
mediante necessidades específicas, mas que não querem se preocupar com a
obra ou ter possíveis dívidas com a construção.
Com expressão de origem inglesa, o serviço Built to Suit significa “construção sob encomenda” e desenvolve projetos de construção de imóveis encomendados e especialmente feitos para locação.“Como o investimento para a compra do terreno, elaboração de projetos, compra de materiais e mão de obra fica por conta do empreendedor. A companhia contratante reduz a exposição de capital em imóveis próprios, passando a alugar instalações projetadas sob medida para atender necessidades funcionais”, explica o empresário da Petre, Luiz Roberto L. Trevisani.
O negócio funciona a partir de um projeto encomendado conforme as necessidades e expectativas das empresas locatárias para a construção do imóvel. “O prestador de serviço de Built to Suit será o investidor e é quem imobiliza o capital, deixando a empresa-locatária direcionar os recursos para investimentos concentrados nas áreas mais importantes do seu próprio negócio”, detalha.
Geralmente, empresas de médio e grande porte são as que mais procuram esses serviços, além das multinacionais estrangeiras, que já estão acostumadas com esse tipo de locação. “Os projetos mais comuns são para a construção de galpões e conjuntos comerciais, que necessitam de características específicas para cada empresa e sua estratégia, como a altura entre o chão e o teto, um piso que aguente determinado produto, entre outras especificações”, acrescenta.
Locação
Os aluguéis pagos pelo locatário serão o retorno do investidor e a contratação do serviço é feita com prazo mais amplo que o convencional do mercado. Trevisani conta que, em média, o contrato dura entre 10 a 15 anos, mas a empresa também terá garantia de permanência em renovação de locação até 50 anos.
Há como oferecer a opção de compra do imóvel ao final do contrato, pelo valor de mercado na época, e outras opções que poderão ser negociadas ao longo do contrato.
Os custos também variam muito, vão depender do tamanho do terreno, da localização, das características que o locatário irá exigir. “O tempo do contrato também irá depender do preço do aluguel. Mais tempo de contrato, mais barato será a conta ao final do mês. A grande vantagem para as empresas é que elas não precisarão se preocupar com as obras como fiscalizar a construtora. No final das contas, o preço que ela pagará para alugar o imóvel será menor do que se ela construísse seu próprio escritório”, finaliza Trevisani.
Publicado por InfoMoney
Com expressão de origem inglesa, o serviço Built to Suit significa “construção sob encomenda” e desenvolve projetos de construção de imóveis encomendados e especialmente feitos para locação.“Como o investimento para a compra do terreno, elaboração de projetos, compra de materiais e mão de obra fica por conta do empreendedor. A companhia contratante reduz a exposição de capital em imóveis próprios, passando a alugar instalações projetadas sob medida para atender necessidades funcionais”, explica o empresário da Petre, Luiz Roberto L. Trevisani.
O negócio funciona a partir de um projeto encomendado conforme as necessidades e expectativas das empresas locatárias para a construção do imóvel. “O prestador de serviço de Built to Suit será o investidor e é quem imobiliza o capital, deixando a empresa-locatária direcionar os recursos para investimentos concentrados nas áreas mais importantes do seu próprio negócio”, detalha.
Geralmente, empresas de médio e grande porte são as que mais procuram esses serviços, além das multinacionais estrangeiras, que já estão acostumadas com esse tipo de locação. “Os projetos mais comuns são para a construção de galpões e conjuntos comerciais, que necessitam de características específicas para cada empresa e sua estratégia, como a altura entre o chão e o teto, um piso que aguente determinado produto, entre outras especificações”, acrescenta.
Locação
Os aluguéis pagos pelo locatário serão o retorno do investidor e a contratação do serviço é feita com prazo mais amplo que o convencional do mercado. Trevisani conta que, em média, o contrato dura entre 10 a 15 anos, mas a empresa também terá garantia de permanência em renovação de locação até 50 anos.
Há como oferecer a opção de compra do imóvel ao final do contrato, pelo valor de mercado na época, e outras opções que poderão ser negociadas ao longo do contrato.
Os custos também variam muito, vão depender do tamanho do terreno, da localização, das características que o locatário irá exigir. “O tempo do contrato também irá depender do preço do aluguel. Mais tempo de contrato, mais barato será a conta ao final do mês. A grande vantagem para as empresas é que elas não precisarão se preocupar com as obras como fiscalizar a construtora. No final das contas, o preço que ela pagará para alugar o imóvel será menor do que se ela construísse seu próprio escritório”, finaliza Trevisani.
Publicado por InfoMoney
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Vale a pena contratar um corretor para vender meu imóvel?
Dúvida do internauta: Eu e meus irmãos possuímos um imóvel residencial na Zona Sul de São Paulo. Um amigo que entende melhor do mercado imobiliário
disse que o metro quadrado na região, por onde passará uma linha de
metrô, custa 8.000 reais. Temos a intenção de vender a casa, mas temos
dúvida acerca do preço que pretendemos cobrar. Estamos relativamente
tranquilos para concretizar a venda. Como somos leigos no assunto,
gostaria de saber qual a melhor forma de efetuar essa venda: contratando
um corretor ou sozinho?
Resposta de Luiz Calado*:
Eu, pessoalmente, prefiro contratar o serviço de um corretor de imóveis. Um bom corretor tem sempre um grupo potencial de interessados em adquirir imóveis e isso possibilita a obtenção de melhores propostas.
Além disso, ter alguém intermediando aumenta a credibilidade a respeito dos comentários sobre o imóvel. Considerando que as partes interessadas (comprador e vendedor) visam sempre seu próprio favorecimento, seus próprios comentários podem até gerar suspeitas. Os comentários vindos de terceiros, a princípio, são menos parciais.
Muitas pessoas dão mais valor à informação quando ela vem de outra fonte que não da parte interessada. Eu até já negociei imóveis diretamente, não obstante minha predileção pelo uso de corretores, mas nesse caso já conhecia alguns possíveis compradores, considerando que realizo palestras e aulas sob o assunto.
Algumas pessoas pensam que pagar a corretagem é uma grande despesa, mas o custo-benefício geralmente compensa. Na maioria das vezes, o processo de venda direta pelo proprietário acaba sendo mais lento, a não ser que o imóvel esteja em área de alta atratividade, onde a especulação imobiliária acaba sendo um fator positivo e até impulsionador.
Se for esse o caso, talvez você possa até arriscar em vendê-lo por conta. Se optar por isso, certifique-se de que está amparado juridicamente com um bom contrato de compra e venda e considere sempre a possibilidade do futuro comprador aparecer com um corretor para auxiliá-lo.
Pode ser contraproducente contatar diretamente um comprador em potencial, pois em alguns casos ele possui expectativas irreais acerca do imóvel, principalmente os iniciantes nesse mercado. Geralmente quem os devolve à razão são os corretores.
Há também a concorrência entre os próprios corretores que disputam a venda dos imóveis e acabam exagerando no discurso, dizendo somente aquilo que você quer ouvir - por exemplo, que o seu imóvel vale $100, quando, na verdade, vale $50. Além de não ser ético, isso acaba dificultando muito o processo de compra e venda no mercado imobiliário.
O corretor imobiliário é uma boa fonte de informação e pode ser muito útil para você nos negócios. Eles estão no ramo da informação, sabem o que está ou estará à venda. Algumas pessoas julgam que investidores imobiliários e corretores são profissionais inescrupulosos e trapaceiros, mas posso afirmar que os que sobrevivem dessa prestação de serviço no longo prazo são pessoas que realmente merecem nosso respeito.
Aos novatos nesse universo podemos dizer que “o mundo é um lugar bem pequeno” e agir sem ética pode tornar qualquer ação ou inação um tormento inimaginável. Aos que pensam ser imunes às retaliações saibam: ninguém sai ileso. Sendo assim, reitero que o papel do corretor é de extrema importância: munir o comprador e o vendedor das informações exatas e necessárias ao negócio, buscando ser o mais honesto possível quanto ao preço justo do imóvel.
*Luiz Calado é economista, doutorando em finanças sustentáveis, vice-presidente do IBEF (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças) e autor dos livros “Imóveis: seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio” e “Fundos de investimento: Conheça antes de investir”.
Publicado por Exame.com
Resposta de Luiz Calado*:
Eu, pessoalmente, prefiro contratar o serviço de um corretor de imóveis. Um bom corretor tem sempre um grupo potencial de interessados em adquirir imóveis e isso possibilita a obtenção de melhores propostas.
Além disso, ter alguém intermediando aumenta a credibilidade a respeito dos comentários sobre o imóvel. Considerando que as partes interessadas (comprador e vendedor) visam sempre seu próprio favorecimento, seus próprios comentários podem até gerar suspeitas. Os comentários vindos de terceiros, a princípio, são menos parciais.
Muitas pessoas dão mais valor à informação quando ela vem de outra fonte que não da parte interessada. Eu até já negociei imóveis diretamente, não obstante minha predileção pelo uso de corretores, mas nesse caso já conhecia alguns possíveis compradores, considerando que realizo palestras e aulas sob o assunto.
Algumas pessoas pensam que pagar a corretagem é uma grande despesa, mas o custo-benefício geralmente compensa. Na maioria das vezes, o processo de venda direta pelo proprietário acaba sendo mais lento, a não ser que o imóvel esteja em área de alta atratividade, onde a especulação imobiliária acaba sendo um fator positivo e até impulsionador.
Se for esse o caso, talvez você possa até arriscar em vendê-lo por conta. Se optar por isso, certifique-se de que está amparado juridicamente com um bom contrato de compra e venda e considere sempre a possibilidade do futuro comprador aparecer com um corretor para auxiliá-lo.
Pode ser contraproducente contatar diretamente um comprador em potencial, pois em alguns casos ele possui expectativas irreais acerca do imóvel, principalmente os iniciantes nesse mercado. Geralmente quem os devolve à razão são os corretores.
Há também a concorrência entre os próprios corretores que disputam a venda dos imóveis e acabam exagerando no discurso, dizendo somente aquilo que você quer ouvir - por exemplo, que o seu imóvel vale $100, quando, na verdade, vale $50. Além de não ser ético, isso acaba dificultando muito o processo de compra e venda no mercado imobiliário.
O corretor imobiliário é uma boa fonte de informação e pode ser muito útil para você nos negócios. Eles estão no ramo da informação, sabem o que está ou estará à venda. Algumas pessoas julgam que investidores imobiliários e corretores são profissionais inescrupulosos e trapaceiros, mas posso afirmar que os que sobrevivem dessa prestação de serviço no longo prazo são pessoas que realmente merecem nosso respeito.
Aos novatos nesse universo podemos dizer que “o mundo é um lugar bem pequeno” e agir sem ética pode tornar qualquer ação ou inação um tormento inimaginável. Aos que pensam ser imunes às retaliações saibam: ninguém sai ileso. Sendo assim, reitero que o papel do corretor é de extrema importância: munir o comprador e o vendedor das informações exatas e necessárias ao negócio, buscando ser o mais honesto possível quanto ao preço justo do imóvel.
*Luiz Calado é economista, doutorando em finanças sustentáveis, vice-presidente do IBEF (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças) e autor dos livros “Imóveis: seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio” e “Fundos de investimento: Conheça antes de investir”.
Publicado por Exame.com
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Ibirapuera tem o metro quadrado mais caro de SP; veja o preço
Com preço 313,03% maior que o do bairro mais barato de São Paulo, a região do Ibirapuera/Vila Nova Conceição,
localizada na zona sul da cidade de São Paulo, tem o metro quadrado
mais valorizado do município em julho, segundo revela o índice Fipezap,
elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela
Zap Imóveis.
De acordo com o levantamento, o preço do metro quadrado de um apartamento no Ibirapuera/Vila Nova Conceição chegou a R$ 11.028, 66,81% mais caro do que o preço médio do metro quadrado apurado na cidade, de R$ 6.611 no sétimo mês do ano.
A região do Jardim Paulistano foi a segunda mais valorizada de São Paulo, com o preço de R$ 9.605 o metro quadrado. Cidade A. E. Carvalho é a área mais em conta - R$ 2.670 o metro quadrado -, conforme é possível observar na tabela a seguir:
Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, a diferença entre o preço médio do metro quadrado apurado no sétimo mês do ano (R$ 8.159) e o valor mais caro da cidade (de R$ 18.046, no Leblon) é de 121,18%.
Na capital fluminense, os bairros mais caros, além do Leblon, são Ipanema (R$ 16.972), Lagoa (R$ 14.370), Gávea (R$ 13.747) e Jardim Botânico (R$ 12.925).
Os bairros de Pavuna e Anchieta, por outro lado, estão entre os mais baratos da cidade, com o metro quadrado em R$ 1.361 e R$ 1.147, respectivamente.
Publicado por InfoMoney
De acordo com o levantamento, o preço do metro quadrado de um apartamento no Ibirapuera/Vila Nova Conceição chegou a R$ 11.028, 66,81% mais caro do que o preço médio do metro quadrado apurado na cidade, de R$ 6.611 no sétimo mês do ano.
A região do Jardim Paulistano foi a segunda mais valorizada de São Paulo, com o preço de R$ 9.605 o metro quadrado. Cidade A. E. Carvalho é a área mais em conta - R$ 2.670 o metro quadrado -, conforme é possível observar na tabela a seguir:
Maiores e menores valores de metro quadrado em São Paulo | |||
|---|---|---|---|
| Bairro | Maiores preços | Bairros | Menores preços |
| Ibirapuera/Vila Nova Conceição | R$ 11.028 | Itaquera | R$ 3.284 |
| Jardim Paulistano | R$ 9.605 | Raposo Tavares | R$ 3.225 |
| Fazenda Morumbi - Jóquei Clube | R$ 8.763 | Artur Alvim | R$ 3.115 |
| Chácara Itaim | R$ 8.696 | São Miguel Paulista | R$ 3.047 |
| Vila Olímpia | R$ 8.517 | Cidade A. E. Carvalho | R$ 2.670 |
| Fonte: Fipe/Zap Imóveis | |||
Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, a diferença entre o preço médio do metro quadrado apurado no sétimo mês do ano (R$ 8.159) e o valor mais caro da cidade (de R$ 18.046, no Leblon) é de 121,18%.
Na capital fluminense, os bairros mais caros, além do Leblon, são Ipanema (R$ 16.972), Lagoa (R$ 14.370), Gávea (R$ 13.747) e Jardim Botânico (R$ 12.925).
Os bairros de Pavuna e Anchieta, por outro lado, estão entre os mais baratos da cidade, com o metro quadrado em R$ 1.361 e R$ 1.147, respectivamente.
Publicado por InfoMoney
Como preparar o imóvel para vender ou alugar
Vender ou alugar um imóvel é
uma decisão que envolve buscar a melhor rentabilidade para o
investimento feito naquele bem. Para que isso seja alcançado, é
necessário que o imóvel seja atraente para o mercado. Isso não
significa, necessariamente, grandes reformas. Às vezes, pequenos reparos
em locais estratégicos modificam completamente a apresentação visual e,
consequentemente, a avaliação que o interessado fará, favorecendo o
fechamento de um bom negócio.
“É fundamental estar atento aos
detalhes para causar boa impressão na visita. Limpeza e pintura, por
exemplo, são alguns dos critérios que podem ser determinantes no
desempate para a escolha na comparação com outros imóveis”, alerta Tiago
Seltenreich, gerente comercial de locações da Guarida Imóveis.
Confira a seguir os pontos que devem ser levados em conta:
1- Reparos importantes
O
primeiro passo é dar atenção aos reparos menores, como a troca de
azulejos quebrados, o conserto de vazamentos, rachaduras e furos nas
paredes ou forros e a substituição de maçanetas e tomadas com defeito.
Se forem identificados mofo, umidade ou entupimentos, também é
necessário tirá-los.
2- Mantenha o imóvel limpo e organizado
É
importante tornar o imóvel acolhedor, para que os visitantes se sintam
em casa. Deixe-o sempre limpo e perfumado, sem odores desagradáveis,
como de animais domésticos, fritura, mofo e cigarro.
3. Uma boa pintura faz a diferença
Se
a pintura do imóvel estiver manchada ou em cores fortes e chamativas,
pinte novamente em tons neutros, como bege, gelo ou branco. Eles
transmitem sensação de limpeza e dão a impressão de que os ambientes são
maiores.
4- Cuidado com móveis e objetos pessoais
Se você
ainda estiver morando no imóvel enquanto tenta negociá-lo, deixe a
decoração o mais neutra possível. Os objetos muito pessoais, que se
relacionem à sua personalidade, também devem retirados.
Ao desocupar o imóvel, deixe apenas o que for essencial para o futuro morador ou então deixe o imóvel vazio. No caso do aluguel, o apartamento mobiliado é ideal para quem pretende permanecer um tempo curto no local e não quer se preocupar com o transporte ou a compra dos móveis.
Ao desocupar o imóvel, deixe apenas o que for essencial para o futuro morador ou então deixe o imóvel vazio. No caso do aluguel, o apartamento mobiliado é ideal para quem pretende permanecer um tempo curto no local e não quer se preocupar com o transporte ou a compra dos móveis.
5- Instalações elétricas e hidráulicas
Em
relação às reformas estruturais, como aquelas feitas na parte elétrica
ou hidráulica, o reparo ou modernização ajuda a valorizar o imóvel. Mas,
antes de gastar tempo e dinheiro nesses reparos, verifique se a falta
irá prejudicar o negócio. No caso da venda, por exemplo, a sugestão é
deixar claro para o comprador que esses ajustes serão necessários após a
compra.
Publicado por Exame.com
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
SP: preço de imóvel usado sobe até 92,84% no primeiro semestre
Os imóveis usados ficaram mais caros nos primeiro semestre de 2012 na capital paulista.
De acordo com pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos
Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta quarta-feira (1), o
preço dos imóveis usados subiu até 92,84% no período, enquanto o aluguel
subiu até 66,23%.
No caso da venda de imóveis, a alta foi observada no metro quadrado dos apartamentos situados nas regiões nobres, como Alto de Pinheiros e Moema. O metro quadrado na região passou de R$3.286,80 no primeiro semestre de 2011 para R$6.338,18 no mesmo período deste ano.
Na mesma base comparativa, os alugueis também registraram forte alta. O maior percentual, de 66,23% foi encontrado nos apartamentos de três dormitórios localizados em bairros como Chácara Santo Antônio, Saúde e Ipiranga. O aluguel médio para a região passou de R$ 1.884,29 para R$ 3.132,19.
“São Paulo tem um déficit de mais de um milhão de moradias, e esta é a razão maior de haver essa pressão permanente que puxa para o alto os aluguéis e os preços dos imóveis usados”, afirma o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto.
Mês passado
Os imóveis usados com valor superior a R$ 200 mil continuaram sendo os preferidos dos paulistanos no mês de junho, com participação de 75% das vendas.
Quando analisadas as regiões de São Paulo, o maior percentual de vendas foi registrado na Zona C (Butantã, Cambuci, Ipiranga/Museu, Jabaquara, Santo Amaro), com 29,79%, seguido pela zona A (bairros como Brooklin velho, Campo Belo, Pacaembu, Perdizes, Cidade Jardim), com 22,98%.
Na sequência, aparecem a zona E (Campo Limpo, Itaquera, São Miguel Paulista, Pedreira), com 19,15%, Zona D (Bela Vista, Jaçanã e Vila Alpina), com 15,32% e zona B (Aclimação, Alto da Lapa, Sumaré, Granja Viana, Jardim Marajoara), com 12,72%.
Por Fabiana Pimentel
Publicado por InfoMoney
No caso da venda de imóveis, a alta foi observada no metro quadrado dos apartamentos situados nas regiões nobres, como Alto de Pinheiros e Moema. O metro quadrado na região passou de R$3.286,80 no primeiro semestre de 2011 para R$6.338,18 no mesmo período deste ano.
Na mesma base comparativa, os alugueis também registraram forte alta. O maior percentual, de 66,23% foi encontrado nos apartamentos de três dormitórios localizados em bairros como Chácara Santo Antônio, Saúde e Ipiranga. O aluguel médio para a região passou de R$ 1.884,29 para R$ 3.132,19.
“São Paulo tem um déficit de mais de um milhão de moradias, e esta é a razão maior de haver essa pressão permanente que puxa para o alto os aluguéis e os preços dos imóveis usados”, afirma o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto.
Mês passado
Os imóveis usados com valor superior a R$ 200 mil continuaram sendo os preferidos dos paulistanos no mês de junho, com participação de 75% das vendas.
Quando analisadas as regiões de São Paulo, o maior percentual de vendas foi registrado na Zona C (Butantã, Cambuci, Ipiranga/Museu, Jabaquara, Santo Amaro), com 29,79%, seguido pela zona A (bairros como Brooklin velho, Campo Belo, Pacaembu, Perdizes, Cidade Jardim), com 22,98%.
Na sequência, aparecem a zona E (Campo Limpo, Itaquera, São Miguel Paulista, Pedreira), com 19,15%, Zona D (Bela Vista, Jaçanã e Vila Alpina), com 15,32% e zona B (Aclimação, Alto da Lapa, Sumaré, Granja Viana, Jardim Marajoara), com 12,72%.
Por Fabiana Pimentel
Publicado por InfoMoney
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
IGPM – JULHO 2012
IGPM – JULHO 2012
Índice divulgado no último dia de cada mês.
Utilizado no reajuste anual dos aluguéis.
JANEIRO – 0,25%
- acumulado do ano: 0,2500%
- acumulado dos últimos 12 meses: 4,5347% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
FEVEREIRO – -0,06%
- acumulado do ano: 0,1898%
- acumulado dos últimos 12 meses: 3,4376% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
MARÇO – 0,43%
- acumulado do ano: 0,6207%
- acumulado dos últimos 12 meses: 3,2422% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
ABRIL – 0,85%
- acumulado do ano: 1,4759%
- acumulado dos últimos 12 meses: 3,6534% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
MAIO – 1,02%
- acumulado do ano: 2,5110%
- acumulado dos últimos 12 meses: 4,2623% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
JUNHO – 0,66%
- acumulado do ano: 3,1876%
- acumulado dos últimos 12 meses: 5,1397% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
JULHO – 1,34%
- acumulado do ano: 4,5703%
- acumulado dos últimos 12 meses: 6,6766% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
Índice divulgado no último dia de cada mês.
Utilizado no reajuste anual dos aluguéis.
JANEIRO – 0,25%
- acumulado do ano: 0,2500%
- acumulado dos últimos 12 meses: 4,5347% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
FEVEREIRO – -0,06%
- acumulado do ano: 0,1898%
- acumulado dos últimos 12 meses: 3,4376% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
MARÇO – 0,43%
- acumulado do ano: 0,6207%
- acumulado dos últimos 12 meses: 3,2422% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
ABRIL – 0,85%
- acumulado do ano: 1,4759%
- acumulado dos últimos 12 meses: 3,6534% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
MAIO – 1,02%
- acumulado do ano: 2,5110%
- acumulado dos últimos 12 meses: 4,2623% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
JUNHO – 0,66%
- acumulado do ano: 3,1876%
- acumulado dos últimos 12 meses: 5,1397% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
JULHO – 1,34%
- acumulado do ano: 4,5703%
- acumulado dos últimos 12 meses: 6,6766% (índice de reajuste do aluguel neste mês)
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